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domingo, dezembro 09, 2007

O que eu ando escrevendo por aí

Seguinte, vou fazer um listão com as análises que eu já escrevi para o gameLib desde quando entrou o novo site. Não que você seja obrigado a ler tudo, na verdade, é mais para arquivar nesta gaveta on-line que é o Colunista Pirata. Pode vir a ser útil no futuro.

Vamos lá.

Viva Piñata - PC - Nota: 7.5

“As feições são lindas e não serão raras as vezes que o jogador parará para observá-las dormindo, passeando ou brincando. Para estreitar ainda mais o laço de carinho e amizade entre o humano e as Piñatas, o game permite que cada nova moradora receba um nome à escolha do dono”

Call of Duty 4: Modern Warfare - PC - Nota: 9.5

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“No singleplayer, Call of Duty 4 proporcionará uma das 5-6 horas mais intensivas da sua vida gamer; no multiplayer, valerá cada centavo do investimento feito na compra. Unindo tudo numa coisa só, o pacote é o must-have do ano para PC”


TimeShift - PC - Nota: 7.5

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Faça do tempo seu maior aliado. TimeShift tem um diferencial que, embora não tão bem explorado como deveria, pode entreter e até torná-lo um bom FPS mesmo neste concorrido ano de lançamentos de peso”


Need for Speed ProStreet - PC - Nota: 7.5

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Need for Speed: ProStreet deixa a desejar em muitos aspectos, menos no gameplay puro e sólido das disputas e corridas por circuitos fechados. Perdeu parte da identidade da série, mas não deixa de ser um ótimo game de velocidade e adrenalina nas mãos”


Crysis - PC - Nota: 8.6

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“A Crytek estreou a CryEngine2 e trouxe Crysis para o mercado de games para PC já carimbado como visualmente surpreendente. Mas será o lançamento só um rostinho bonito?”


The Orange Box - PC - Nota: 9.4

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“Portal é tão incrível que merecia um review só pra ele, sua beleza de design e a variedade de desafios garantem conquistar qualquer tipo de jogador. Se os outros games que compõem o pacote laranja não empolgaram você - o que é praticamente impossível -, Portal já vale o investimento em The Orange Box. Sério”


Hellgate London - PC - Nota: 8.3

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“Falta variedade, tanto em se tratando de quests como de combates. O on-line, que conta com opção gratuita e um modo cooperativo, decepciona por ainda conter bugs, slowdowns e, além do mais, não permitir ao jogador usar seu personagem da campanha off-line, obrigando-o a começar uma partida do zero”


World in Conflict - PC - Nota: 9.3

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“Seja no sólido modo on-line para até 16 pessoas ou no single-player, World in Conflict é totalmente viciante. Você percebe isso quando está fazendo alguma outra atividade do dia-a-dia e, ao mesmo tempo, pensando em novos caminhos e armando novos planos para completar determinada missão”


FIFA 08 - PS3 - Clique aqui para ler o review completo
Enemy Territory: Quake Wars - PC - Clique aqui para ler o review completo
Guild Wars: Eye of the North - PC -
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Project Sylpheed - Xbox 360 - Clique aqui para ler o review completo
Dungeon Runners - PC - Clique aqui para ler o review completo
Tenchu Z - Xbox 360 - Clique aqui para ler o review completo

quinta-feira, agosto 02, 2007

Harry Potter 5 nos cinemas (resenha atrasada)

F ui conferir ao quinto filme da série escrita por J.K.Rowling no Cinemark do Shopping Metrô Santa Cruz, sala 7. Um bom cinema, aliás.

Logo no início vemos Harry sendo zombado pelo primo rebelde, até que algo totalmente fora do comum acontece: dementadores aparecem e atacam os dois jovens. Potter se vê obrigado a usar magia fora da escola e, então, é ameaçado de ser expulso de Hogwarts.

Nas cenas seguintes, quem assistiu O Prisioneiro de Azkaban se alegrará em rever dois antigos personagens, Sirius Black e o professor Remo Lupin (felizmente conseguiram trazer os mesmos atores), no prédio que é sede da organização liderada por Dumbledore e que leva o mesmo nome do título.

De volta ao ano letivo, Harry precisa encarar o fato de que Você-Sabe-Quem definitivamente voltou a ser poderoso; ao passo que descobrirá novos detalhes a cerca de sua cicatriz que o liga intimamente com o lord das trevas.

Pulando para os pontos negativos, senti falta do Mapa do Maroto, em alguns momentos o roteiro simplesmente ignora que há quem nunca leu os livros e a revolta dos irmãos Wesley foi bacana, mas faltou ênfase no por que e para que eles fugiram. O modo como encontraram a Sala Precisa ficou pouquíssimo trabalhado, não tem nenhuma cena decente de vôo na vassoura e a atriz que interpretou a Umbridge (Imelda Staunton) não é grande coisa.

Por outro lado, Evanna Lynch (interpretando a garotinha Luna Lovegood) só merece elogios, era o que eu imaginava lendo o livro. As cenas com o rabugento elfo Monstro, bem como aquela do pai do Harry zoando o Snap, foram ótimas (embora curtas demais).

Enfim, as mais de 800 páginas americanas foram bem distribuídas nas 2h18min. O filme é paradão e só começa a ficar realmente empolgante depois da metade – mas isso já era de se esperar, pois acontece o mesmo no livro. Para compensar, a ação do final é longa e de longe melhor que seus antecessores - Dumbledore garante uma bela luta cheia de efeitos.

Harry Potter e a Ordem da Fênix bateu recordes de bilheteria em sua estréia e já arrecadou mais de 240 milhões de dólares. O longa ainda revela uma profecia quanto ao futuro de Harry e Voldemort que, no mínimo, nos deixa ansiosos para as duas últimas seqüências.

Recomendo o filme. Não recomendo o game para Nintendo DS. E recomendo ler o texto do Lucas se está com dúvida em jogar ou não as versões das outras plataformas.

sábado, junho 02, 2007

Preview: Super Mario Galaxy


É incrível como “Super Mario Galaxy” fica melhor e inovador a cada nova imagem ou vídeo que a Nintendo libera. Para salvar a Princesa Peach, desta vez, o encanador mais famoso dos games precisa viajar por cenários nunca vistos antes – sim, a galáxia é muito mais divertida do que imaginávamos –, explorar todo pedaço de asteróide que aparecer no caminho e coletar muitas moedas (ainda que precise correr de cabeça para baixo).

Conhecendo o espaço

O produtor e criador Shigeru Miyamoto buscou diversificar todo o ambiente espacial do jogo, adicionando muitos obstáculos e plataformas nas mais diferentes formas geométrica. Não são raras as vezes que você encontrará inimigos, grandes pilares, jardins, vulcões e até uma maçã gigante.

Dar voltas de 360º em um solo esférico no meio do espaço nunca foi tão intuitivo, Mario poderá ir e vir para todas as direções que você quiser, ficando de ponta-cabeça diversas vezes. O game promete planetas e planetóides de tamanhos variados, para viajar entre eles basta girar o Wii-mote em um dos portais com formato de estrela – neste momento o bigodudo é arremessado em velocidade e o visual é impressionante.

E por falar no controller do Wii, a movimentação do mascote da Nintendo é feita com o direcional analógico, enquanto o botão “A” é o clássico pulo simples, duplo e triplo. Usando o sensor de movimento você guia uma estrelinha que fica junto a ele, sendo o trunfo para resolver quebra-cabeças, ir a novos locais e interagir com outros objetos. No caso dos projéteis com braços, os Bullet Bills, por exemplo, você pode usar o recurso da estrelinha para paralisá-los. Para atacar com o spinning move (aquela giratória) não poderia ser mais fácil, não tem que apertar nenhum botão, basta girar o Wii-mote e pronto.

Cuidadosamente trabalhado

Algo que chama muita atenção são os efeitos de luz e sombra. Galaxy é, certamente, o game mais bonito do Nintendo Wii apresentado até agora – as cores vívidas, os detalhes e a profundidade e liberdade proporcionada mostram bem toda a dedicação da Nintendo com a franquia. Tudo flui com suavidade e pode-se utilizar a tecnologia progressive-scan e tela widescreen.

Enriquecendo ainda mais o título, o sistema de câmera dele só merece elogios. Quantas vezes você jogou um determinado título em 3D e uma de suas maiores frustrações foi a questão do ajuste e posicionamento da câmera? Com o novo game da principal franquia da Nintendo ela se ajusta automaticamente, lhe proporcionando o melhor ângulo e zero de preocupação – vamos torcer para que continue assim.

Esperar é preciso

Super Mario Galaxy (que foi anunciado pela primeira vez na E3 2006) ainda não tem data de lançamento confirmada, no entanto, especula-se para o segundo semestre deste ano. Dois fatos: cedo ou tarde, todo novo console Nintendo chega acompanhado de um grande game Mario e todo grande game Mario sempre atrai para si todos os olhares da mídia especializada. Ainda há muito para ser revelado, mas a espera promete ser compensadora.

quarta-feira, maio 16, 2007

Spider-Man 3, e daí?


N ão dá pra negar que Homem-Aranha é a adaptação dos quadrinhos de maior sucesso de bilheteria e sua continuação era muito esperada pelo mundo. Pois bem, na última sexta-feira fui ao cinema conferir com meus próprios olhos.

Seria muito sensacionalismo dizer que o filme é um fracasso ou decepcionante, longe disso, mas também não chega a ser um mar de rosas. A começar pelo o roteiro – ah, o roteiro... –, como e por que a simbiose caiu na terra? O diretor Sam Raimi simplesmente ignorou esta explicação dos quadrinhos. Aliás, “Homem-Aranha 3” e “Quadrinhos” nunca podem estar juntos em uma mesma frase, já que o terceiro filme do aracnídeo é cheio de buracos e distorções. O que mais pesou para mim foi o fato da personagem Gwen Stacy não ter morrido – no original ela morre, pra quem não sabe, uma morte muito triste e tocante –.

O modo como o Homem-Areia (areia voa?) ganhou seus poderes também foi pouco trabalhado, até o roteirista do desenho “Super Choque” faria melhor. O inicio do filme é muito parado e a “trama” (se é que toda aquela enrolação pode ser chamada assim) demora pra pegar no tranco – tudo bem tem aquela luta com o Harry no começo, mas caramba, se você ainda não assistiu ao filme é melhor que aprecie bem aquela luta porque a próxima vai demorar pra rolar.

HA3 chega a ser uma piada (paródia?) do herói em algumas (poucas) cenas, como naquela em que o Peter Parker, influenciado pela roupa negra, exibiu seu rebolado no bar. Ele está meio bobão nesse filme, Raimi confundiu “nerdismo” com “bobismo”, e isso não é legal; não é a toa que ele recebeu o trocadilho de “Emo-Aranha” pela internet a fora. Boa parte do meio do filme não deveria existir, ou deveria sim, pelo menos foi engraçado – que jeito tosco de andar era aquele, Peter?

Mas calma, não desista do amigo da vizinhança ainda, tudo isso são problemas isolados e se você for com o intuito único de curtir um bom filme de investimento milionário e cheio de belas cenas (os efeitos daquela areia é um show a parte), você certamente sairá satisfeito da sala escura. HA3 tem tudo que um ótimo longa deste tipo precisa: romance de fundo, lutas de prender a atenção, efeitos especiais generosos, momentos de emoção e os sábios conselhos da Tia May. O uniforme do Aranha continua sendo o melhor já produzido nos cinemas, o desenrolar do conflito entre os dois fotógrafos ajudou a sustentar o enredo fraco e o Venom (infelizmente) apareceu pouco, mas soube mostrar para o que veio. Ah e não podemos esquecer da nova explicação para a morte do Tio Ben, que beirou o aceitável.

Homem-Aranha 3 é um bom filme! Pra mim não superou o 2º, mas eu sei que você irá discordar de mim. Vale o ingresso.

quinta-feira, abril 05, 2007

Yu-Gi-Oh! World Championship 2007

Nintendo DS
Produção: Konami
Desenvolvimento: Konami
Lançamento: 20 de Março, 2007 (EUA)




U m novo game Yu-Gi-Oh chegou para o Nintendo DS. World Championship 2007 traz novas opções para 1 jogador, sólido suporte online e 1600 cartas.

Assim como os filmes, cada vez mais os desenhos japoneses são transportados para os videogames – Yu-Gi-Oh não foge a regra e sempre demonstra qualidade nos portáteis da Nintendo, recebendo continuações constantemente. Isso porque nas versões portáteis as regras do jogo são complexas e fiéis ao anime, mas não apenas se limitando a ele.

Para aqueles não acostumados com os monstros de duelo, WC 2007 conta com um tutorial completo. Durante as partidas cabe ao duelista a escolha de usar a stylus ou os botões. A tela superior do DS mostra toda a ação do jogo, com uma visão em 3D do cenário, e também descrições explicativas das cartas e animações dos monstros – este último contribui para deixar o jogo mais intuitivo. Sem perder o ritmo, a tela sensível apresenta o duelo em outro ângulo, porém com gráficos mais simplificados e a função principal de dar um panorama no tabuleiro.

Aqui a estratégia é a melhor aliada do jogador. Você passará grande parte do tempo avaliando seu baralho e entendendo os diferentes efeitos dos monstros, magias e armadilhas A cada duelo, lhe é atribuído pontos que são usados para comprar pacotes com novas cartas no jogo, entrando então o fator “sorte”, já que não é possível ver previamente o que contém neles.

Apesar da ausência de um enredo e pouca diversificação sonora, o game tem um grande leque de opções extras: os menus são didáticos e pode-se duelar e trocar cartas com amigos no multiplayer sem fio, jogar na rede online da Nintendo sem restrições significativas de jogabilidade (há certa lentidão, mas não chega a influenciar tanto), customizar seu personagem e ainda realizar desafios e minigames com regras especificas que exigem muito raciocínio.

A Konami mais uma vez soube usar bem as duas telas do DS e Yu-Gi-Oh! World Championship 2007 é certamente a melhor alternativa da franquia para o duelo de cartas.

Nota: 8,0

sexta-feira, novembro 03, 2006

Transição

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Mensagem de Transição.

Nomes Provisórios:
- Editorial da Informação
- Get-Together

Nome Definitivo:
- Colunista Pirata (Novembro de 2006, em diante)

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quarta-feira, julho 19, 2006

Kingdom Hearts - O Melhor Action-RPG do PS2


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L embro-me quando, em 2002, comprei uma revista qualquer na banca. E no miolo dela havia um detonado de um game inusitado.
E por vários meses fiquei apreciando aquelas lindas imagens, lendo diversas vezes a introdução do detonado – e até mesmo o detonado completo em si.
Um dia ainda vou jogar esse tal Kingdom Hearts, nem que seja a última coisa que eu faça!” Esse era meu constante pensamento. Afinal, eu nem sequer tinha o PS2, e as chances de tê-lo eram remotas.
Um ano se passou desde que comprei aquela revista. Finalmente, por influência do próprio game, consegui comprar meu Playstation 2 e pouco tempo depois: Kingdom Hearts!

::. .:: Qualidade Square; carisma Disney
Logo na abertura temos um verdadeiro colírio para os olhos, com uma bela CG surreal no tema “Hikari Remix” da cantora Utada Hikaru, em seu famoso J-pop.
Pouco a pouco, os famosos personagens Disney vão ganhando espaço junto com alguns dos memoráveis elementos de Final Fantasy. Deixando claro que este é um RPG de peso, qualidade e diferença.
A começar pelo protagonista principal – Sora. Um garoto estiloso, muito carismático e com uma determinação clichê de resgatar a querida Kairi.
A historia é perfeita e ao desenvolver da trama seu caminho se cruza com o divertido, e
Atrapalhado, Pateta e o nervosinho Pato Donald, que por sua vez precisam encontrar o Rei Mickey.
Formando assim, um trio unido por seus corações e prontos para uma jornada cheia de aventuras. Sem duvida, uma ótima parceria!

::. .:: Digno de uma obra Disney Pixar
A Disney é famosa por seus personagens carismáticos e suas histórias fantasiosas que sempre procuram passar uma “moral da historia” pra seu público.
Em KH não é diferente, e tem toda uma “lição de vida” por trás da sua história envolvente.
Não me surpreenderia se um dia Sora participasse de um longa-metragem Disney, quem sabe até como personagem principal. Pelo contrario, seria realmente muito legal.
Enquanto isso, no game, esteja pronto para presenciar um enredo sobre amor recíproco, com um final em CG emocionante.

::. .:: Você e sua Keyblade
Pateta usa um escudo, Donald um bastão mágico e Sora possui o poder da Keyblade – uma espada em forma de chave.
Com ela, você enfrentará os monstros da escuridão e usará seu poder para trancafiar esses Heartless – seres sem coração –, salvando o mundo das trevas.
As batalhas são frenéticas e em tempo real, desprezando loading times e partindo mais pra ação.
Nelas você comanda apenas Sora, enquanto Pateta e Donald lhe dão aquela ajuda, com inteligência artificial e de acordo com seus atributos pré-estabelecidos.
As magias são essenciais e possuem botões de atalho para acesso rápido – evitando lhe atrasar na hora da treta. Enquanto as Summons (invocações) cuidam da parte estratégica das batalhas, e são uma mão na roda. Por exemplo: ao invocar o veado Bambi, ele corre pelo cenário jogando montes e montes de esferas azuis; já a fadinha de Peter Pan, quando invocada, fica ao redor do herói Sora – como a fada do Link, em Zelda –, recuperando gradativamente sua energia de vida.
Tudo de acordo com as clássicas barras de HP e MP de qualquer RPG que se preze.

::. .:: Jornada entre os mundos...
Aliás, existem três tipos de esferas de energia que você coletará em KH: as coloridas darão pontos de experiência necessários para subirem de nível; as azuis lhe enchem a barra de MP; e as verdes, enchem sua barra de HP.
Explorando diversos mundos Disney, de desenhos como: Aladin, Pinóquio, Estranho Mundo de Jack, Peter Pan, Hércules, entre outros... E mundos exclusivos do game como o End of World.
Para passar de um mundo ao outro, você viajará pelo espaço em sua Gummi ship – uma nave que mais parece que foi montada com Legos. Podendo também ser personalizada... Mas nada muito empolgante, chega a ser tedioso as vezes.

Tudo isso e muito mais, fazem de Kingdom Hearts um game divertido, envolvente, emocionante, carismático e com um nível de desafio regular.
Prepare-se para virar fã de Sora, Kairi, Riku e os outros! Esta é uma franquia que tende a crescer e muito. Pra mim, uma das poucas que batem de frente com as famosas exclusividades da Nintendo.

Gráficos – 10
Jogabilidade – 8,5
Som – 9,5
Diversão – 10
Replay – 9,0

Dedão pra cima: É mais que um game. Uma obra prima!
Dedão pra baixo: Faltou mais animação em CG como a série FF. Câmera um pouco desconfortável.

Nota Final – 9,0

> Recomendadissimo! Deixe o preconceito de lado e vá detonar Heartless em busca do Rei Mickey e de Kairi!

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sábado, julho 15, 2006

Superman – O Retorno

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A nos após sua ultima aparição nos cinemas, o Homem-de-aço retorna. E retorna em grande estilo e proporção.
Quem aqui nunca brincou de Superman? Nunca amarrou as pontas daquela toalha vermelha no pescoço e saiu “voando” por aí? Ou ainda, nunca teve um dos muitos itens colecionáveis do super-herói? Sim, sem duvidas, o Superman já foi o grande herói da infância de todas (ou da grande maioria) de pessoas no mundo (ou pelo menos na América).
Não digo cronologicamente, mas popularmente, muito antes de Spider-Man ou Batman, O Super-Homem já era conhecido e amado. O padrão de super-herói para todos os outros que viriam a ter sua fama a seguir.

::. .:: A Velha História de Sempre
Originalidade de enredo nunca foi o forte de Superman, pelo contrario, a historia sempre gira em torno do mesmo vilão; com todo o clichê da kryptonita – único ponto fraco de Clark Kent. Talvez por isso o Superman não agrade, hoje em dia, uma boa parte dos jovens. Não tem pancadaria, não tem ação como estamos acostumados a ver no cinema, não tem magias e nem diversos vilões macabros e destruidores. É tudo muito politicamente correto, procurando passar uma pseudo-realidade, numa junção do que poderia ser real e do que atrairia o público. Diferente de todas as questões impossíveis e fantasiosas de outros super-heróis-mutantes por aí, e seus vilões ainda mais mutantes.

::. .:: Um Vilão Perfeito
Lex Luthor, o grande vilão por trás de todo o enredo de Superman, não é um tipo de vilão habitual do público. Ele não tem poderes sobrenaturais, é um humano comum, embora extremamente inteligente, sarcástico e intolerante. Em Superman – O Retorno, Lex mostra todas as suas principais características e consegue passar uma imagem de “lado do mal” tão bom quanto um vilão poderoso de outros super-heróis.
Desta vez, ele descobre os segredos da Fortaleza da Solidão, e com os místicos Cristais em mãos, planeja tomar o mundo para si. Mas suas artimanhas não param por aí, e Lex pretende utilizar o poder da pedra de Kryptonita em uniformidade com os Cristais, e assim, eliminar o Homem-de-aço de uma vez por todas.

::. .:: O Avião do Mal
Uma das principais cenas de ação em O Retorno é o momento em que o avião cheio de tripulantes, entre eles Lois Lane, começa a despencar do ar. Impossível tirar os olhos da telona. Os efeitos especiais no filme (não só nesta cena, mas em todos os outros momentos) são incríveis, realmente muito bem feitos. O caso do avião tomara uma grande parte do filme, sendo um de seus grandes momentos e chegando a fazer-nos especular se esta seria a única cena de ação. Mas, felizmente, não é. O Retorno impõem respeito e mostra ter sido produzido com total atenção e cuidado, mesclando enredo, ação, muitos atos de salvamento do super-herói para com a população em desastres naturais e boas pitadas de humor e romance.

Está tudo lá. É o bom e velho Superman que todos nós conhecemos. Com a diferença de contar com novos – e caprichados – efeitos especiais e um novo traje para o super-herói – muito mais “na moda”.
O filme mantem um nível regular e consegue prender a atenção de todas as idades, prometendo emocionar os mais moles de coração (como eu, diga-se de passagem). Além de, é claro, chamar por uma continuação.
Sucesso de bilheteria da Warner Bros. e DC Comics, Superman – O Retorno, dirigido por Bryan Singer, é mais um longa-metragem baseado em História em Quadrinhos e já está em cartas nos cinemas brasileiros; sendo um daqueles filmes que você não pode deixar de conferir com toda a sua família.

A experiência chega a ser nostálgica em certos momentos, prepare-se para sair da sala do cinema cantarolando a trilha sonora tema e, exclusivamente caso seja fã, pedindo mais!

sexta-feira, maio 05, 2006

DC Talk

É com grande prazer que venho escrever sobre a banda do momento, pelo menos pra mim.
Decent Christian Talk (Papo Decente Cristão, numa rápida tradução) é uma banda gospel contemporânea. Formado pelo trio Michael Tait, Toby Mckeehan e Kevin Max Smith, com suas letras inteligentes que falam muito de Jesus e sobre a vida do caras, mais suas misturas inusitadas de estilos, é considerado uma das melhores bandas cristãs de todos os tempos. A referência pra muito do que você ouve por aí hoje em dia.


Inicialmente, o estilo da banda era focado no Hip-Hop. Com o tempo, foi entrando influências pop, rock, funk, reggae... e assim temos o DC Talk que conhecemos hoje, – mais voltado para o rock e que de hip-hop tem muito pouco, ou nada –. Vale ressaltar que a diversificação de estilos é marca registra em suas músicas, por isso, lembre-se: conhecer uma música deles, não é, nem de longe, conhecer a banda.

Mas, venhamos e convenhamos, o estilo é só a ponta do iceberg.
O que Tait, Kevin Max e TobyMac sabem fazer melhor, com certeza, são: as divisões de vozes!
É ouvir e admirar. Cada qual tem seu estilo individual e, cantando juntos, é coisa linda. Sejam suas expressões, entonações ou interpretações. A “química musical” que rola entre eles, ao cantarem juntos, faz toda a diferença. Se você ainda não teve a oportunidade de conferir “Like it, Love it, Need it”, “What If I Stumble”, “Colored People” e “Jesus Freak”, pra citar algumas, do álbum ao vivo, não perca mais tempo. É DC Talk sem tirar nem pôr.

Falando em citações, o ultimo álbum, intitulado “Supernatural” está de arrasar. Mostrando a evolução significativa em arranjos, mistura de vozes e qualidade sonora que a banda teve ao longo dos anos – afinal, é o 6º trabalho como DC Talk –. Sem exageros, é um álbum indispensável; novamente, cito algumas faixas: “It's Killing Me”, “Consume Me”, “Wanna Be Loved”, “Since I Met You”, “Red Letters” e o Fantástico (sim, com letra maiúscula) “Supernatural” – um rock progressivo, letra-tema do álbum.

Mas nada disso teria sentido, se não fosse, pra mim, uma única música – In The Light! Através dela que eu vim a conhecer os trabalhos da banda. Através dela que eu vim a conhecer algo ainda melhor do que o DC Talk. In The Light. Ótimas recordações...

Hoje, embora a banda tenha se “separado”, seguindo cada um carreira solo, eles afirmam que o DC Talk não acabou. E só resta a nós, continuarmos na (incansável) espera por mais um álbum em conjunto a nível Sobrenatural. Pra honra e glória de Jesus Cristo.

Downloads:

Música - "In The Light"
Álbum (quase) completo - "Welcome to the Freak Show"
Álbum completo – “Supernatural”:

sexta-feira, abril 28, 2006

Apresentando... Nintendo Wii


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Verdade seja dita: impossível não admirar a Nintendo, como empresa. Ela tem o que falta em muitas multinacionais – mesmo no ramo não gamístico –.
Enquanto sua concorrência, Sony e Microsoft, visam o “mais-do-mesmo-porém-mais-potente”, a Nintendo toma um caminho peculiar sem pestanejar. É arriscado, sem dúvida é, mas, aqui, uma máxima nunca foi tão bem empregada: Quem não arrisca, não petisca!

Acontece que estamos no ano de largada da nova geração de consoles no mundo dos games, eis então que são anunciados o Playstation 3 (Sony), X-Box 360 (Microsoft) e, declarado como um code-name, Nintendo Revolution (Nintendo). Assim, inicia-se a grande polêmica. Não entendeu? Eu explico: enquanto a Sony e Microsoft simplesmente deram continuidade ao nome de suas plataformas originais, a Nintendo apareceu com um novo nome, não-oficial e totalmente inquisidor; sarcasticamente chamado de “Revolution”.
Em seguida, rumores e mais rumores sobre uma suposta “revolução na forma de se jogar videogame, fazendo jus ao nome do console" é anunciada, colocando mais lenha na fogueira. O resultado não poderia ser outro, especulação em cima de especulação. Até que os ventos começaram a dissipar a neblina, e o controle do novo console da Nintendo enfim fora revelado, surpreendendo à todos – seja positivamente ou não –.
O que aquela belezinha tem pra tanto alvoroço? O controle do até então intitulado “Revolution” teria um sofisticado sensor de movimento, que reconhece profundidade e dimensão, indo muito além de um mouse óptico ou de uma daquelas pistolas arcaicas encontradas em jogos de árcade. Imagine só, com um design limpo, lembrando os clássicos controles remotos de televisores, você, e toda sua família, experimentariam uma forma de jogar jamais vista, abrindo um leque enorme de diversificação e entretenimento. Isto é Nintendo Revolution. Oops, espere um momento, isto é Nintendo Wii!

Wii are go ahead!
Como dito acima, o novo console da Nintendo apresentava apenas um (estratégico) codinome. Mas não mais. Tudo bem, Revolution pode até vir a se tornar um tipo de “apelido carinhoso” para o console, contudo, agora o nome oficial foi revelado – nem preciso registra aqui o reboliço que mais uma vez a empresa de Satoru Iwata conseguiu trazer –, então, sem mais delongas, vamos direto ao prato principal...

Confiram um pequeno vídeo no site oficial.

Sim, o nome oficial do novo console da Big N faz um trocadilho interessante com a palavra “We” – “Nós” do inglês para o português. –, mantendo a mesma pronúncia.
A primeira vista pode parecer algo simplista de mais. Mas é só uma primeira vista.
Ela usou o nome “Revolution” como um megafone, para anunciar seu console e intimidar a concorrência. Agora é chegada a hora de traçar a resposta, o caminho, na qual esta revolução abrangerá; vindo fresquinha em forma de nome oficial.
Wii é um nome fácil de ser lembrado e entendido, mundialmente. Os dois “i” já mostram a sacada da N em usa-los simbolizando os dois controles do console. Também fará um belo par de harmonia com o nome da exclusiva Nintendo Wi-Fi Connection. E, talvez o principal, Nintendo Wii acaba tendo, ao meu ver, um incrível potencial para o marketing direto de slogans criativos para a empresa; deixando-o completo e garantindo carisma e maior aceitação por parte do público.
Mas eu volto para o que lhes foi dito no primeiro parágrafo deste artigo, a Nintendo soube fazer uma ótima campanha. É um caminho paralelo, com muitas esperanças e poucas certezas. Sua proposta: um console sem restrições de idade, sexo e afins; uma nova exploração de jogabilidade, mais dinâmica e fora da mesmice; alcançar aqueles que nunca jogaram videogame, ou pouco jogaram, e estranham a evolução que esta chegou, cheia de botões e complicações.
Para aqueles que ainda estão de cara-emburrada pela mudança de nome, não se preocupe, a mensagem “Revolution” já fez o seu papel. A Revolução continua no Nintendo Wii, ela só ganhou um nome, uma definição.

Wii will love it. And together, Wii will change everthing!”.

quarta-feira, novembro 16, 2005

Overdose SMALLVILLE

O feriado acabou, e a rotineira vida monótona voltou.
Até que foi um feriado bastante divertido; começou no sábado e foi até a terça-feira. Tudo bem, eu não saí de casa nem nada, mas por outro lado assisti muito Smallville.
E quando digo “muito” me refiro a muito mesmo! Comprei a Quarta Temporada em box e terminei os 6 DVDs em 3 dias ou menos.
Nunca tivera assistido tanto Smallville, foi uma verdadeira overdose – e o que é melhor: sem ter que esperar uma semana inteira pra ver o próximo episódio, ou ter que agüentar os longuíssimos intervalos pelo SBT.
A temporada foi perfeita, simplesmente a melhor; ação do começo ao fim, no sentido real da palavra.
E o que dizer do elenco? Nota 10, mais que merecido, para a interpretação e empenho das excelentes atrizes Annette O'Toole (como Martha Kent), Erica Durance (como Lois Lane) e ao talentoso John Glover (como Lionel Luthor).
Depois de injetar tanto “somebody save me” na veia, só posso dizer que estou na maior ressaca. Porém, pronto pra Quinta Temporada!
Aliás, esta já teve sua estréia semana passada, no Warner Channel; e desta vez estou acompanhando, pena ser apenas um episódio inédito por semana... então agora a próxima overdose só quando sair o box deste Quinto Ano, mesmo...
Até lá, viva ao Warner Channel; viva ao Superman. Yeah!


"Porque o mais importante não é o fim, e sim a jornada;

Porque toda história tem um começo...”

quarta-feira, julho 06, 2005

Glorious Appearing – the end of days

Atenção: Antes de avançar, CLIQUE AQUI para entender do que exatamente trata o texto a seguir. Mas se você já leu, ou já tem conhecimento do assunto, ok já pode descer a barra de rolagem do seu navegador...

=_=

D a ultima vez que falei da série Deixados Para Trás, fiquei devendo postar duas fotos respectivas aos dois últimos livros.
Enfim terminei a leitura e acredito que todos aqui já saibam que ela é a minha série favorita, que seu ultimo livro foi maravilhoso, emocionante e blá, blá, blá...
Então, pulando a parte de elogios e cerimônias, vou tentar ser breve na minha ultima tentativa de convence-lo a ler ao menos os dois primeiros volumes – Deixados para trás e Comando Tribulação –.

=_=

Armagedom – A Batalha Cósmica das Eras.
Décimo primeiro livro da série. O período da tribulação completa 6 anos.
Após o terrível flagelo da total escuridão que envolveu apenas aqueles que ostentavam a marca da besta em Nova Babilônia, é chegada a batalha do grande dia do Deus-Todo-Poderoso.
O Planeta encontra-se completamente devastado, Nicolae Carpathia – o anticristo –, lidera o maior exercito do mundo; visível até onde a vista consegue alcançar.
O Anticristo da as cartas para o jogo mais traiçoeiro e ataca os crentes remanescentes, preparando-se para derrotar aquele que virá dos céus com grande poder, para assim assumir o trono de Deus; porém os crentes já leram O livro, já conhecem a historia e seu desfecho vitorioso.
O Armagedom tem inicio e o fim dos tempos nunca parecera tão próximo, enquanto o Comando Tribulação sofre perdas e luta, ansiando pela vinda do Senhor Jesus.

Glorioso Aparecimento – O Fim das Eras.
7 anos de tribulação se passa, e a série chega ao seu capitulo final.
A cidade de Jerusalém não consegue mais resistir diante do Exercito da Comunidade Global. Nicolae reúne as tropas de todo o mundo no vale do Megido, para o que acredita ser seu triunfo definitivo de todas as eras.
Enquanto somente um dos quatro membros fundadores do Comando Tribulação permanece vivo, embora muito próximo da morte.
Até que o céu se abre e ali, num cavalo branco, aparece Jesus, o Cristo, o Filho do Deus vivo!, dizendo brilhante, magnífico, poderoso e com toda a autoridade:

“Eu sou o alfa e o Omega, o Princípio e o Fim.”
“Eu sou o Filho do Homem, o Filho de Deus, o Amém, a Testemunha Fiel e Verdadeira, o Princípio da Criação de Deus. Sou o Leão da tribo de Judá , a Raiz de Davi, Sou o Cordeiro que foi morto, mas vive. Sou a sua Salvação e Força.”
“Eu sou a Palavra de Deus. Sou Jesus. Sou a brilhante Estrela da manha.”
“Porque hoje será o dia da vingança do Senhor.”
Tendo atrás dEle um vasto exercito celestial, outrora arrebatado!

=_=

Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins já lançaram um novo livro baseado em seu best-seller.
The Rising é como um prólogo ao primeiro volume da série e conta a história dos personagens principais muito antes do arrebatamento, dando ênfase ao nascimento e vida daquele que viria ser o anticristo e posteriormente o próprio Lúcifer encarnado – Nicolae Jetty Carpathia.

Até onde sei, sem previsão de lançamento de uma versão traduzida para o português.

A série de ficção apocalíptica de maior sucesso dos EUA, Deixados Para Trás (Left Behind), já vendeu mais de 70.000.000 de exemplares da série, em inglês!
E rendeu dois longa-metragens, que, na minha opinião, são fracos e pouco fiéis aos livros.

Por fim, eu digo e repito:

Será essa a verdade sobre o fim dos tempos?

Leia!
Envolva-se!

Fotos (clique e veja):


  • Armagedom - capa
  • Glorioso Aparecimento - capa
  • The Rising - capa (I want it)

  • _______________

    quinta-feira, fevereiro 03, 2005

    Viewtiful Joe 2



    Quando a primeira versão de Viewtiful Joe apareceu na E3 de 2003, causou uma grande expectativa. Também pudera, o game tinha um estilo único, com muita ação simultânea, cores vibrantes, e um protagonista engraçado, futurista e nostálgico ao mesmo tempo.
    Tudo isto, com as lutas mais frenéticas e malucas que você já tenha visto, mergulhado em um design de cenário pra lá de cartunesco – proporcionado pela magia do Cel-Shading – transformou VJ em um sucesso de peso da Capcom, cativando assim, uma legião de gamers.

    Tudo que é bom... Tem uma continuação
    O tempo passou, Joe ganhou uma continuação e (como já era de se esperar) perdeu sua exclusividade do Cubo da Nintendo, embarcando também, no PlayStation 2 da Sony.
    Eis então que surge Viewtiful Joe 2. Neste, a formula original que consagrou a versão anterior foi mantida, tudo está como antes, bom, nem tudo. Joe Agora conta com a ajuda de sua namorada Silvia, que larga a pose de dama indefesa para se unir a Joe como uma verdadeira guerreira.

    ... and Silvia!
    E a assistência de Silvia é indispensável, alias, ser possível controlá-la a qualquer momento, é o grande plus de VJ2. Suas armas, são duas pistolas, que ao acionar a habilidade de Retroceder o Tempo, os tiros ficam muito mais potentes e conseqüentemente, mais eficazes.
    Mas não é só isso, assim como Joe possui a habilidade exclusiva de Avançar o Tempo e executar socos e chutes em uma velocidade extrema, Silvia também tem sua própria habilidade – com o REC acionado ela triplica qualquer dano causado no inimigo, o único problema é que se ela sofrer um golpe e (para sua frustração) o REC estiver acionado, ela (ou você, no caso) receberá três vezes mais dano que o normal , ou seja, perderá no mínimo, três gomas de life –. Entre outras habilidades para ambos.

    Cut! Cut! Cut!
    Joe e Silvia estão presos em uma tela de cinema, e desta vez, Captain Blue (um herói-ídolo para Joe) foi transformado em uma (adivinhe) estátua do Oscar (cinematograficamente falando)! Além do próprio senhor Blue, você ainda tem que salvar a Movieland. E como vilão principal, estrelamos (risos), Black Emperor!
    E aí, vai encarar esse “longa-metragem”?

    =_=

    Dedão pra cima:
    - Mesmo que você morra durante uma fase, seu dinheiro acumulado ficará salvo e você poderá comprar novas técnicas (e outras mamatas mais) no shop (no break time), para voltar lá e fazer bonito.
    - Os pluzzes durante as fases são inteligentes, realmente “quebram sua cabeça”.
    - E é claro, agora podemos controlar a Silvinha (notou a intimidade?), viva!

    Dedão pra baixo:
    - Cadê o multiplayer?!
    - Faltou mais novidades!!!
    - A Inteligência Artificial dos inimigos é fraca, alias, faltou maior variedades de inimigos pra gente espancar (ou não), principalmente se tratando dos chefões (obs: digo variedade, e não quantidade).

    EI, nossa conclusão:
    - Gostou do primeiro Joe? jogue! Não jogou o primeiro? esqueça-o e jogue este! Não gostou do primeiro? aí não tem jeito, não jogue este... Mas pra quem for jogá-lo, só não espere por algo fácil e simples, e tome cuidado pra não querer bater a cabeça na parede, de tanta raiva de algum chefão que aparecer no seu caminho...

    EI, nossa nota (escala de 0 à 10): 8,5


    =_=

    Galeria de imagens:
  • Esse é o cara
  • Velocidade extrema
  • Head Shot?!
  • Joe socando... o escudo?
  • Namorados em ação
  • Habilidade Zoom, acionada!
  • Outra da habilidade Zoom
    ____________________
  • quinta-feira, janeiro 06, 2005

    Deixados Para Trás: O Drama - Parte II

    Na atualização passada, escrevi um simples exemplo do que você encontrará no livro, em série, “Deixados Para Trás”.
    Tudo começa com um evento assustador: Milhões de pessoas desaparecem de suas roupas em um piscar de olhos! E a partir daí, se inicia uma historia com total inclinação para a Bíblia Sagrada, na qual um grupo de cristãos recém convertidos acreditam, que os desaparecimentos na verdade, foi o evento descrito no livro de Apocalipse da Bíblia, que tem o nome de Arrebatamento – aqueles que acreditavam em Jesus Cristo como o Salvador Vivo, aceitando assim, Ele, como Único e Suficiente Senhor de suas vidas, e confiando nEle de todo o coração, através de uma oração sincera e pessoal, receberam, segundo a bíblia, a certeza da Vida Eterna no céu e foram arrebatados em um piscar de olhos no grande dia tão aguardado por eles; Enquanto, aqueles que negligenciaram a Jesus, e sua morte e ressurreição por nós, pecadores, foram deixados para trás, tendo, apesar de tudo, uma ultima chance, porque DEUS é perfeito em seu AMOR e MISERICÓRDIA

    Esse grupo de novos cristãos que agora conhecem a verdade, formam o Comando Tribulação, que tem como prioridade, evangelizar o maior numero de pessoas para que as mesmas não morram sem conhecer ao Salvador e então, acabarem sendo condenadas ao inferno. O Comando Tribulação ainda tem que lutar continuamente para sobreviver aos muitos julgamentos profetizados na Bíblia que aos poucos vão se tornando verdadeiros – tais como, guerra mundial, Grande Terremoto, e até pragas na qual os incrédulos desejarão morrer, mas não conseguirão –, tudo para convencer os mais céticos a aceitarem e crerem que Jesus é o Messias! Sem contar que eles ainda precisam resistir ao anticristo – que surge como um enganador, prometendo paz e amor para uma população reduzida e perplexa pelo caos –, e aos poucos ele, vai se tornando cada vez mais o arquiinimigo do Deus Altíssimo e conseqüentemente dos Cristãos fieis!

    Deixados Para Trás: O Romance
    Apesar de todo o clima apocalíptico da série, existe um certo romance envolvendo alguns membros do Comando Tribulação, romances que apesar de trazerem uma felicidade temporária (já que as muitas mortes, e a busca incessante pela sobrevivência abalam toda a população) dão um toque positivo para deixar os livros ainda mais interessantes e até divertidos de se ler...

    Embora romance não seja o ponto forte da série, este é muito bem colocado pelos autores e demonstram com perfeição como é um relacionamento de amor entre os parâmetros cristãos, sem duvida, uma ótima obra literária...

    O Idealizador e o Autor
    Ou se preferir, os autores – Dr. Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins – , são os responsáveis por está eletrizante série que tem atraído cada vez mais leitores de todo o mundo.

    O Dr. Tim LaHaye, que idealizou a série, é um famoso estudioso de profecias bíblicas, ministro do evangelho e educador.
    Jerry B. Jenkins, autor da série, escreveu mais de cem livros, mais de dez dos quais figuraram na lista dos mais vendidos nos Estados Unidos.
    Enfim, “Deixados Para Trás” e suas seqüências, são indispensáveis pra quem procura algo novo e empolgante pra ler. Alias, aqui no Brasil, estes livros são publicados pela editora United Press, e podem ser facilmente encontrados em livrarias evangélicas ou até mesmo em algumas livrarias comuns.
    E eu ainda deixo uma pergunta no ar:
    Seria esta a verdade sobre o fim dos tempos?
    Leia, envolva-se!

    Galeria de Imagens:
  • Deixados Para Trás
  • Comando Tribulação
  • Nicolae
  • A Colheita
  • Apoliom
  • Assassinos
  • O Possuído
  • A Marca
  • Profanação
  • O Remanescente
  • quinta-feira, dezembro 30, 2004

    Deixados Para Trás

    Imagine esta cena: Voce acorda em mais uma tipica manha ensolarada e resolve ligar a TV (só para ter algum ruído na casa e não se sentir tão sozinho (a), afinal seus pais não estão), enquanto caminha a passos desanimadores em direção ao banheiro, percebe que está passando noticiário na TV e logo pensa “Jornal a essa hora, que horror...”.
    No banheiro, lá está você, de frente pra você mesmo, escovando os dentes e pensando na prova de Química e sua brilhante estratégia de “cola” quando (pela milésima vez) escuta a palavra “catástrofe” “morte” “pânico” “caos”, vinda do noticiário; Intrigado (a) você volta até a sala, ainda com a escova na boca, e quase que imediatamente descobre o significado para aquelas palavras – “Milhões de pessoas, e todas as crianças, de todo o mundo, desapareceram na noite passada, deixando roupas, carros desgovernados, acessórios e tudo mais... causando assim, morte e pânico para todos nós que ‘escapamos’ desse ‘fenomeno da natureza’ por enquanto, inexplicável...” Dizia a voz amedrontada de uma bela ancora de um dos Jornais mais bem conceituados.
    “Desaparecimento mundial? Simultaneamente? Mas como?!” Era sua insistente pergunta mental, enquanto mudava de canal e percebia que todas as emissoras tratavam da mesma catástrofe.
    Com uma terrível sensação de medo crescendo dentro de você, a coisa mais racional que lhe parecera haver, naquele momento, seria ligar para algumas pessoas afim de conseguir mais informações e saber se estavam todos bem. Primeiro para seu grande amigo de infância, que pra tudo, sempre, tinha uma explicação bíblica para dar; Ao pegar o telefone, percebe finalmente, que continua com a escova de dente na boca. Pronto, após livrar-se da escova e ter o alivio de constatar que a mesma passou de raspão, mas não acertou, aquela linda boneca de porcelana da sua mãe, começa, agora, a discar o numero da casa do amigo – “Porque não atende, porque... porque...” POF!!! Você bate o telefone na base como se a culpa de tudo isso fosse do próprio!
    “Mamãe!”, agora começa a discar o numero do telefone celular de sua mãe... – “linhas congestionadas, por favor, tente novamente mais tarde” soou a voz de uma secretaria eletrônica.
    “Oh, meu Deus!” De repente você se encontra sozinho (a) em casa, de repente a programação das emissoras mudam drasticamente para jornais e documentários sobre, de repente, um caótico e perigoso mundo... De repente, a “cola” na prova de Química transforma-se em algo trivial demais... De repente, milhões de pessoas e crianças desaparecem mundialmente, de repente, você poderá nunca mais se encontrar com as pessoas que mais ama... De repente, o lindo horizonte banhado pelo sol, agora, diante dos seus olhos, transforma-se cada vez mais, em uma densa fumaça rumo ao céu, de repente o som dos pássaros e das crianças brincando na rua, muda para, de repente, momentâneos ruídos de sirenes de ambulâncias vindos daqui e dali.. Tudo, de repente... De repente... De repente...

    Continua na próxima atualização... Não perca!!!


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    O Editorial da Informação deseja a todos um Maravilhoso ANO NOVO! Que possamos realizar nossos sonhos e ideais, mas que acima de tudo, não desistamos de alcançá-los! Que a paz do Senhor esteja com vocês, e pra 2005, aguardem um EI ainda mais forte! Obrigado, e comentem, por favor. ^^