sexta-feira, setembro 29, 2006
Especial Eleições 2006 – Parte I: Eleito para Boas Obras!
São muitos candidatos, mas poucos os escolhidos.
Tenho um recado de Deus para dar: Você foi eleito! Você está eleito! Preciso dizer para você membro, pessoa comprometida com a Igreja de Jesus, você que depositou a sua confiança em Cristo e através de um ato de fé, transferiu a sua confiança para o único Salvador. Você não é candidato. Você foi eleito:
Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai.. – I Pe 1.3
Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. – Ef 2.10.
Deus nos elegeu antes da fundação do mundo para o louvor da glória de sua graça. Esse é o propósito macro, mas para realiza-lo, uma transformação se faz necessária: Ele deu o Espírito Santo para moldar-nos mais e mais à semelhança de Jesus. Ele idealizou antes da fundação do mundo que seriamos os instrumentos para a pratica das boas obras.
TODO TRABALHO QUE REALIZO PARA MEU PRÓXIMO EM NOME DE DEUS É BOA OBRA
Qual é a maior obra que podemos fazer para Deus? Qual é o maior bem que podemos fazer para alguém??
A maior obra que alguém pode fazer para Deus é crer no seu Filho Jesus. A maior obra que podemos fazer para alguém é mostrar o Caminho, compartilhar Jesus – Isso é Missões. Nossa missão é compartilhar o amor de Deus através das nossas boas obras, através do nosso testemunhar. Estamos aqui para representar o Reino. Estamos aqui para contagiar a sociedade com o Amor de Jesus. Veja João 6.28-29.
"Se você não tiver paixão em compartilhar o Evangelho com aqueles que dele precisam você não terá a visão que combina com o coração de Deus" – Dale Galloway, p. 16 – Liderança com Propósito.
Estamos aqui a serviço do Senhor. Não somos dirigidos por um partido político ou por uma grande bandeira de uma causa social. Nossa missão é maior, nossa vocação é mais elevada. Tem a ver com o destino das pessoas: onde elas passarão a eternidade?
Se você é um cristão verdadeiro você não diria assim: "Missões... E eu com isso?". Mas assim: "Missões... Fui eleito para isso!!"
>> escrito por Pr. Edgar Rodrigues Donato (edgardonato@terra.com.br),
Igreja Batista no Horto do Ypê.
* * *
À todos nós, escolhas conscientes, firmes e com responsabilidade;
À todos eles, sorte, sinceridade e compromisso;
À Deus, o controle maior.
E Domingo tem mais.
quinta-feira, setembro 21, 2006
A Revistaria e a Internet
Uma Questão de Prazo
Em uma publicação digital não existe (ou não existe tanto) a variante “prazo”. É tudo “auto-
atualizável” e a preocupação com o leitor torna-se muito menor. O meio digital vem, cada dia mais, ganhando espaço e importância no mundo; logo, o meio impresso não pode acompanhar seu ritmo de “informações minuto-a-minuto”, até mesmo por estar constantemente preso a prazos e processos de diagramação.Em outras palavras, o meio digital está – e sempre estará – ano-luz à frente do impresso – principalmente quando este apresenta um formato mensal.
O Brilho da Revista Impressa
Porém, quem acompanha quaisquer que sejam as publicações de uma editora tradicional, sabe
que, a leitura impressa continua sendo insubstituível, não devendo em nada para a internet.Isto acontece por um simples fato: não só de notícias quentes alimenta-se um leitor. Nas revistas, podemos mergulhar em especiais caprichados, entrevistas exclusivas, dossiês bem selecionados e conteúdos cuidadosamente filtrados. Ferramentas estas que até podem ser encontradas em algum google da vida, mas não da forma que os mesmos são apresentados nas revistas impressas – com qualidade (tanto em design e layout, como no próprio conteúdo), opinião, humor, parcerias, credibilidade e comprometimento para com você, leitor.
Enquanto aguardas a próxima edição de sua revista favorita – bonitinha, cheirosinha e cheia de matérias de primeira –, não há pecado algum em acompanhar o vasto fluxo de novidades nas ondas da Web. Só não cometa o delito de abandonar aquela revista impressa que vem de um planejamento gráfico e visual rigoroso. Tudo para que ela esteja sempre aí, edição após edição, tangível em suas mãos.
domingo, setembro 10, 2006
From: Adriano Alves de Almeida adriano_ada@yahoo.com.br
To: Odir Ricardo Brandao o_ricardobrandao@hotmail.com
Subject: e aeeeeee
Date: Fri, 8 Sep 2006 12:39:19 +0000 (GMT)
E ae Ricardo* * *
Voce sabe que te amo né. xD
Então... nas minhas
andassas pelo cyberespaço encontrei esse manual, sei que sei sou passível de ser
chamado de chato por você, mas convenhamos, chamar-me-as de qualquer forma. :p
Está ai, please veja, é bacana, e é renomado quem produziu, o Jornal Estado
de São Paulo.
Manual
de Redação e Estilo do Estadão.
Saudações (chato) amigo Adriano.* * *
Preciosa
ferramenta esta que me apresentastes. Porém -- e faço-me de chato neste momento
--, nunca segui nehum manual de regras referente ao assunto em questão. Não que
me não seja necessário, apenas que pra mim não funcionar-se-ao. A mera junção de
palavras organizadas em um contexto coeso, deve, para um jornalista, fluir com
naturalidade e ousadia. E é isto que difere a profissão em si, e aqueles que
sabem todas as "manhas" e dar-se-ao bem em suas empreitadas -- nós não seguimos
regras, e ainda que estejamos muito longe da perfeição, temos prazer em
escrever, indiretamente e muitas vezes sem conhecimento, tanto quanto um
"escoteiro" que segue o seu manual intensamente.
Adeus.
A paz seja contigo amado* * *
Bom amigo, como diria o mestre Yoda: lindas
palavras suas são.
Suas palavras revelam um coração de escritor bom amigo,
tenho certeza que seu futuro será brilhante, mas cabe-me a incumbência de
lembra-lo que os vestibulares são criteriosos quanto a palavras jogadas ao leu,
é claro que quando estiver na prática de sua profissão terá toda uma liberdade
que lhe é inerente a escrita, mas as normas cultas da língua não o serão no
momento da avaliação, lembro ainda que os autores deste manual que é de um
Jornal ( um dos mais importantes do Brasil ), são jornalistas, ou seja, gente
que tem como força da profissão o escrever bem, não que eu mesmo valorize o
manual, acredito que a boa leitura nos inculca muito mais que um manual, mas,
orientações nunca são de mais.
Onde não há conselho, frustram-se os
projetos; mas com a multidão de conselheiros se estabelecem.Provérbios 15:22
E como o Pastor Edgar bem colocou em uma de sua magníficas pregações,
onde o assunto era exatamente o capacitar-se bem:
Provérbios 22:29 Vês a um
homem perito na sua obra? Perante reis será posto; não entre a plebe.
E
perito como ele colocou em sua pregação é alguém que esmera-se, que
aprofundar-se naquilo que faz, que capacita-se mais e mais.
Mas ainda, cito
como analogia o fato de que quando faz-se o exame para obtenção de habilitação
de motorista, somos obrigados a seguir regras ou um escrita, que no conduzir do
dia-a-dia não usamos como um todo, mas tive que seguir as formas como foram
apresentadas para assim obter a autorização devida, pois o examinador não queria
saber seu eu dirigia bem, mas sim se eu faria aquilo que eu tinha que fazer
Peço-lhe perdão se mais uma vez o chateei. Mas como diria nosso e Maior
manual: quero trazer a memória aquilo que me da esperança.
Provérbios 27:6
leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são
enganosos.
Jesus te ama e eu também :-D
Parabéns, você conseguiu ser mais chato que
outrora.
Quanto ao vestibular, tratam-se de redações dissertativas. Estas,
aliás, são banhadas em regrinhas do tipo: "deve-se ter introdução,
desenvolvimento e conclusão". Quando nego, para meu uso, a utilidade do dito e
cujo Manual, não estou desprezando-o. É importante, é util. Mas somente como
efeito de conhecimento, curiosidade; não como um conjunto de regras que vão, na
verdade, te limitar. É claro que em vossa redação dissertativa no vestibular
deve-se elabor um texto com introdução, desenvolvimento e conclusão; mas o seu
pensamento não deve ser o de seguir essa regra como um passo-a-passo, mas de,
automaticamente, desenvolver um texto com essas mesmas caracteristicas, por
prática, dominio e naturalidade.
Mestre Yoda? Conheço um Mestre muito mais
flora. Como diria o Mestre dos mestres, Dr. Gregory House: Eu não preciso de um
manual para usar o banheiro. Se você sabe como entrar e como se comportar lá, é
isso, apenas vá e faça.
Jesus te ama e eu estou tentando. =)
* * *
* * *Minhas congratulações
Fico feliz que tenha
tamanha visão do que lhe aguarda, embora triste por me considerar chato, ansiava
que desmistificasse essa alcunha de minha pessoa.
Apenas tenho desejo que vá
bem nos estudos, tenho certeza que se sou chato, o sou para o seu bem, tenho por
ti um afeição fraterna, mais ainda claro, uma afeição que transcede a
eternidade, que é para lá que trabalharemos para nosso Amado.
Se achar que o
importuno é tamanho, não seja eu quem lhe aflija com tantas palavras.
Ficam
abertos os meu ouvidos para que quando queira falar sobre quaisquer assunto eu
possa ajudar.
Minhas mais sinceras considerações.
Assim, não propositalmente, este fica sendo o post da vez. Deixo-vos, agora, mergulharem em suas reflexões.
quinta-feira, agosto 03, 2006
Curtas
i magine um hospital, bem equipado tecnologicamente, com pessoas pra lá e pra cá e portas abrindo e fechando aqui e ali. Agora imagine médicos competentes, comprometidos com seu trabalho, preocupados com seus queridos pacientes e prontos à diagnósticos sensatos e habituais. Agora esqueça tudo isso, e pense em um médico, que usa bengala, profissional em potencial; irreverente, anti-social, que faz expressões faciais comicamente malucas, tremendamente sarcástico e que nunca está errado. Muito bem, você acaba de descobrir o fantástico e único Dr. Gregory House!
House M.D. – que atualmente é transmitida com exclusividade no canal pago Universal Channel – é uma série que conheci recentemente. Foi amor a primeira vista.Este, embora seja um seriado médico, é muito diferente de E.R e outros.
Aqui, uma equipe especial liderada pelo irônico Dr. House, encaram as doenças mais raras e complicadas que se possa imaginar. Desvendando verdadeiros enigmas da medicina e contando sempre com os métodos mais insanos possíveis do já polemico House (perfeitamente bem interpretado por Hugh Laurie).
Se você pensa que Jack Bauer, Mestre Yoda, Peter Parker ou sei-lá-quem é a própria definição popular de O Cara, espere até conhecer House!
Mudando de assunto...
“Antes tarde do que nunca”, é clichê, mas é a verdade. Finalmente, em seu ultimo ano de vida, eu conseguirei jogar um Nintendo Game Cube! Isto porque o meu Cubo vem chegando aí (ou aqui). Tudo bem, eu sei que o Wii está para ser lançado e que será compatível com os jogos do Cubo, mas acontece que eu não tenho pressa (nem tempo, nem grana) para pegar um console de nova geração e ficar, com ele, jogando os games “antigos” e mais os novos revolucionários. Há muito o que jogar, anos de atraso para tirar. Meu “eu” nintendista não pode simplesmente ignorar a existência do GC e partir direto para o Wii. Em todo caso, é hora de deixar o PS2 de lado e curtir um pouquinho o lado “N” da moeda nos consoles de mesa.
Embora...
I won’t have time! Segunda-feira começa o Cursinho, “tempo livre” será escasso. O vestibular vem chegando a passos largos. O desespero também. Em outras palavras, a faculdade de Jornalismo nunca esteve tão perto e tão longe ao mesmo tempo! Para os mais providos de fé: orem por mim. O que eu seria sem esse Cara? Entrego minha vida pra Ele, porque é tudo o que tenho pra dar, porque destes Sua vida por mim.
A propósito...
Lembram-se de Deixados Para Trás? Aquela ficção literária que eu nunca me canso de lhes insistir pra ler e que vocês não agüentam mais ouvir? Pois é, estou para terminar o primeiro volume do prequel da série: O Nascimento. Preparem-se para uma resenha. Em um final de semana perto de vocês (mas não tão perto, ok?).
quarta-feira, julho 19, 2006
Kingdom Hearts - O Melhor Action-RPG do PS2
__________________

L embro-me quando, em 2002, comprei uma revista qualquer na banca. E no miolo dela havia um detonado de um game inusitado.
E por vários meses fiquei apreciando aquelas lindas imagens, lendo diversas vezes a introdução do detonado – e até mesmo o detonado completo em si.
“Um dia ainda vou jogar esse tal Kingdom Hearts, nem que seja a última coisa que eu faça!” Esse era meu constante pensamento. Afinal, eu nem sequer tinha o PS2, e as chances de tê-lo eram remotas.
Um ano se passou desde que comprei aquela revista. Finalmente, por influência do próprio game, consegui comprar meu Playstation 2 e pouco tempo depois: Kingdom Hearts!
::. .:: Qualidade Square; carisma Disney
Logo na abertura temos um verdadeiro colírio para os olhos, com uma bela CG surreal no tema “Hikari Remix” da cantora Utada Hikaru, em seu famoso J-pop.
Pouco a pouco, os famosos personagens Disney vão ganhando espaço junto com alguns dos memoráveis elementos de Final Fantasy. Deixando claro que este é um RPG de peso, qualidade e diferença.
A começar pelo protagonista principal – Sora. Um garoto estiloso, muito carismático e com uma determinação clichê de resgatar a querida Kairi.
A historia é perfeita e ao desenvolver da trama seu caminho se cruza com o divertido, e
Atrapalhado, Pateta e o nervosinho Pato Donald, que por sua vez precisam encontrar o Rei Mickey.
Formando assim, um trio unido por seus corações e prontos para uma jornada cheia de aventuras. Sem duvida, uma ótima parceria!
::. .:: Digno de uma obra Disney Pixar
A Disney é famosa por seus personagens carismáticos e suas histórias fantasiosas que sempre
procuram passar uma “moral da historia” pra seu público.
Em KH não é diferente, e tem toda uma “lição de vida” por trás da sua história envolvente.
Não me surpreenderia se um dia Sora participasse de um longa-metragem Disney, quem sabe até como personagem principal. Pelo contrario, seria realmente muito legal.
Enquanto isso, no game, esteja pronto para presenciar um enredo sobre amor recíproco, com um final em CG emocionante.
::. .:: Você e sua Keyblade
Pateta usa um escudo, Donald um bastão mágico e Sora possui o poder da Keyblade – uma espada em forma de chave.
Com ela, você enfrentará os monstros da escuridão e usará seu poder para trancafiar esses Heartless – seres sem coração –, salvando o mundo das trevas.
As batalhas são frenéticas e em tempo real, desprezando loading times e partindo mais pra ação.
Nelas você comanda apenas Sora, enquanto Pateta e Donald lhe dão aquela ajuda, com inteligência artificial e de acordo com seus atributos pré-estabelecidos.
As magias são essenciais e possuem botões de atalho para acesso rápido – evitando lhe atrasar na hora da treta. Enquanto as Summons (invocações) cuidam da parte estratégica das batalhas, e são uma mão na roda. Por exemplo: ao invocar o veado Bambi, ele corre pelo cenário jogando montes e montes de esferas azuis; já a fadinha de Peter Pan, quando invocada, fica ao redor do herói Sora – como a fada do Link, em Zelda –, recuperando gradativamente sua energia de vida.
Tudo de acordo com as clássicas barras de HP e MP de qualquer RPG que se preze.
::. .:: Jornada entre os mundos...
Aliás, existem três tipos de esferas de energia que você coletará em KH: as coloridas darão pontos de experiência necessários para subirem de nível; as azuis lhe enchem a barra de MP; e as verdes, enchem sua barra de HP. 
Explorando diversos mundos Disney, de desenhos como: Aladin, Pinóquio, Estranho Mundo de Jack, Peter Pan, Hércules, entre outros... E mundos exclusivos do game como o End of World.
Para passar de um mundo ao outro, você viajará pelo espaço em sua Gummi ship – uma nave que mais parece que foi montada com Legos. Podendo também ser personalizada... Mas nada muito empolgante, chega a ser tedioso as vezes.
Tudo isso e muito mais, fazem de Kingdom Hearts um game divertido, envolvente, emocionante, carismático e com um nível de desafio regular.
Prepare-se para virar fã de Sora, Kairi, Riku e os outros! Esta é uma franquia que tende a crescer e muito. Pra mim, uma das poucas que batem de frente com as famosas exclusividades da Nintendo.
Gráficos – 10
Jogabilidade – 8,5
Som – 9,5
Diversão – 10
Replay – 9,0
Dedão pra cima: É mais que um game. Uma obra prima!
Dedão pra baixo: Faltou mais animação em CG como a série FF. Câmera um pouco desconfortável.
Nota Final – 9,0
> Recomendadissimo! Deixe o preconceito de lado e vá detonar Heartless em busca do Rei Mickey e de Kairi!
_______________
sábado, julho 15, 2006
Superman – O Retorno
A nos após sua ultima aparição nos cinemas, o Homem-de-aço retorna. E retorna em grande estilo e proporção.
Quem aqui nunca brincou de Superman? Nunca amarrou as pontas daquela toalha vermelha no pescoço e saiu “voando” por aí? Ou ainda, nunca teve um dos muitos itens colecionáveis do super-herói? Sim, sem duvidas, o Superman já foi o grande herói da infância de todas (ou da grande maioria) de pessoas no mundo (ou pelo menos na América).
Não digo cronologicamente, mas popularmente, muito antes de Spider-Man ou Batman, O Super-Homem já era conhecido e amado. O padrão de super-herói para todos os outros que viriam a ter sua fama a seguir.
::. .:: A Velha História de Sempre
Originalidade de enredo nunca foi o forte de Superman, pelo contrario, a historia sempre gira em torno do mesmo vilão; com todo o clichê da kryptonita – único ponto fraco de Clark
::. .:: Um Vilão Perfeito
Lex Luthor, o grande vilão por trás de todo o enredo de Superman, não é um tipo de vilão
Desta vez, ele descobre os segredos da Fortaleza da Solidão, e com os místicos Cristais em mãos, planeja tomar o mundo para si. Mas suas artimanhas não param por aí, e Lex pretende utilizar o poder da pedra de Kryptonita em uniformidade com os Cristais, e assim, eliminar o Homem-de-aço de uma vez por todas.
::. .:: O Avião do Mal
Uma das principais cenas de ação em O Retorno é o momento em que o avião cheio de tripulantes, entre eles Lois Lane, começa a despencar do ar. Impossível tirar os olhos da telona. Os efeitos especiais no filme (não só nesta cena, mas em todos os outros momentos) são incríveis, realmente muito bem feitos. O caso do avião tomara uma grande parte do filme, sendo um de seus grandes momentos e chegando a fazer-nos especular se esta seria a única cena de ação. Mas, felizmente, não é. O Retorno impõem respeito e mostra ter sido produzido com total atenção e cuidado, mesclando enredo, ação, muitos atos de salvamento do super-herói para com a população em desastres naturais e boas pitadas de humor e romance.
Está tudo lá. É o bom e velho Superman que todos nós conhecemos. Com a diferença de contar com novos – e caprichados – efeitos especiais e um novo traje para o super-herói – muito mais “na moda”.
O filme mantem um nível regular e consegue prender a atenção de todas as idades, prometendo emocionar os mais moles de coração (como eu, diga-se de passagem). Além de, é claro, chamar por uma continuação.
Sucesso de bilheteria da Warner Bros. e DC Comics, Superman – O Retorno, dirigido por Bryan Singer, é mais um longa-metragem baseado em História em Quadrinhos e já está em cartas nos cinemas brasileiros; sendo um daqueles filmes que você não pode deixar de conferir com toda a sua família.
A experiência chega a ser nostálgica em certos momentos, prepare-se para sair da sala do cinema cantarolando a trilha sonora tema e, exclusivamente caso seja fã, pedindo mais!
sexta-feira, maio 05, 2006
DC Talk
Decent Christian Talk (Papo Decente Cristão, numa rápida tradução) é uma banda gospel contemporânea. Formado pelo trio Michael Tait, Toby Mckeehan e Kevin Max Smith, com suas letras inteligentes que falam muito de Jesus e sobre a vida do caras, mais suas misturas inusitadas de estilos, é considerado uma das melhores bandas cristãs de todos os tempos. A referência pra muito do que você ouve por aí hoje em dia.

Inicialmente, o estilo da banda era focado no Hip-Hop. Com o tempo, foi entrando influências pop, rock, funk, reggae... e assim temos o DC Talk que conhecemos hoje, – mais voltado para o rock e que de hip-hop tem muito pouco, ou nada –. Vale ressaltar que a diversificação de estilos é marca registra em suas músicas, por isso, lembre-se: conhecer uma música deles, não é, nem de longe, conhecer a banda.
Mas, venhamos e convenhamos, o estilo é só a ponta do iceberg.
O que Tait, Kevin Max e TobyMac sabem fazer melhor, com certeza, são: as divisões de vozes!
É ouvir e admirar. Cada qual tem seu estilo individual e, cantando juntos, é coisa linda. Sejam suas expressões, entonações ou interpretações. A “química musical” que rola entre eles, ao cantarem juntos, faz toda a diferença. Se você ainda não teve a oportunidade de conferir “Like it, Love it, Need it”, “What If I Stumble”, “Colored People” e “Jesus Freak”, pra citar algumas, do álbum ao vivo, não perca mais tempo. É DC Talk sem tirar nem pôr.
Falando em citações, o ultimo álbum, intitulado “Supernatural” está de arrasar. Mostrando a evolução significativa em arranjos, mistura de vozes e qualidade sonora que a banda teve ao longo dos anos – afinal, é o 6º trabalho como DC Talk –. Sem exageros, é um álbum indispensável; novamente, cito algumas faixas: “It's Killing Me”, “Consume Me”, “Wanna Be Loved”, “Since I Met You”, “Red Letters” e o Fantástico (sim, com letra maiúscula) “Supernatural” – um rock progressivo, letra-tema do
álbum.
Mas nada disso teria sentido, se não fosse, pra mim, uma única música – In The Light! Através dela que eu vim a conhecer os trabalhos da banda. Através dela que eu vim a conhecer algo ainda melhor do que o DC Talk. In The Light. Ótimas recordações...
Hoje, embora a banda tenha se “separado”, seguindo cada um carreira solo, eles afirmam que o
DC Talk não acabou. E só resta a nós, continuarmos na (incansável) espera por mais um álbum em conjunto a nível Sobrenatural. Pra honra e glória de Jesus Cristo.
Downloads:
Música - "In The Light"
Álbum (quase) completo - "Welcome to the Freak Show"
Álbum completo – “Supernatural”:

